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Moxabustão

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É uma técnica de aquecimento dos pontos de acupuntura. Esse aquecimento do ponto, fornece calor e energia para o corpo. A Moxabustão realiza a tonificação energética, elimina a estagnação e regula a circulação de energia. Dessa forma, melhora o funcionamento de órgãos e vísceras do corpo.
A moxa é preparada a partir da Artemísia (Artemisia Vulgaris e Artemísia Sinensis), uma erva perene comum. Suas folhas aromáticas são lavadas, secas, trituradas e peneiradas várias vezes até que fiquem macias e se transformem em uma massa uniforme, semelhante a uma lã vegetal. Após esse preparo ela pode ser moldada de diversas formas para a sua utilização: solta (lã), prensada (palito), enrolada (bastão), adesiva (cones), enrolada fina (cigarro) resinada (auricular), sem fumaça (com carvão) aromatizada (com carvão). As mais comuns são no formato de bastão e em cone.

Principais Indicações em pequenos animais:

-Auxilia na anemia, stress, cansaço físico e mental.
-Fortifica na convalescência, nas fraquezas (fadiga) crônicas
-Minimiza os desconfortos da velhice e propicia uma longevidade saudável.
-Aumenta a energia defensiva.
-É eficaz no combate das doenças respiratórias como asma e bronquite, além de alergias.
-Também nos distúrbios digestivos como dores abdominais, indigestão, diarréia, náuseas, vômito.
-Cauteriza verrugas.
-Auxilia no alívio das doenças osteoarticulares, artrite, problemas da coluna.
-Aplicada em situações onde não é possível a utilização de agulhas.

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Com a evolução da medicina veterinária, os animais, hoje, ganharam mais qualidade e tempo de vida, e um dos grandes responsáveis por estas mudanças é a fisioterapia veterinária e acupuntura veterinária que chega aos pequenos animais, deixando de ser uma terapia alternativa e se tornando necessária para prevenção e até mesmo, cura de diversas enfermidades.

Com técnicas já consagradas na medicina humana, nosso objetivo é restaurar, manter e promover a melhora da função, aptidão física, bem-estar e qualidade de vida, principalmente em distúrbios neurológicos e ortopédicos. Incluindo, tratamentos durante recuperação pós-cirúrgica, programas de condicionamento físico e monitoramento de perda de peso, entre outros.

Aqui você encontrará novidades para o seu animal de estimação, dicas para seu pet, cuidados importantes para cães deficientes e que requerem atenções especiais, e claro muitas informações sobre fisioterapia veterinária e acupuntura veterinária.

Fique a vontade para entrar em contato, tirar suas dúvidas e enviar sugestões. Se seu animal precisa de cuidados especiais, ligue agende uma consulta. Seu melhor amigo merece um atendimento diferenciado, com qualidade no conforto da sua casa, com praticidade e segurança, ou ainda se preferir na clínica do seu veterinário de confiança.

Obrigada e seja bem vindo!

 

Atendimento em domicilio em Porto Alegre.

Ligue e agende uma avaliação.

Medica Veterinária Gisele Mazuim

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Telefone : 51-981083063 (Whatsapp)

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Ruptura de Ligamento Cruzado Cranial

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A ruptura do ligamento cruzado cranial (RLCC) é uma doença comum que acomete a articulação fêmoro-tíbio-patelar (joelho) do cão, produzindo instabilidade e processos degenerativos das articulações (artrose). Ocorre um estiramento inicial do LCCr , seguido de ruptura parcial ou total, sem que haja um trauma significativo.

                         

Estudos recentes sugerem que cães jovens de raças mais ativas podem ser predispostos à ruptura. O envelhecimento associado à artrose também colaboram com a ruptura do ligamento.

Alterações na conformação músculo-esquelética como deformidades valgus e varus do joelho, instabilidade da patela, estenose do sulco intercondilar, ângulo do platô tibial, doenças auto-imunes, predisposição racial e obesidade têm sido atribuídas para a ocorrência da RLCCr na espécie canina.

 

Diagnóstico

 

O diagnóstico da RLCCr é realizado através de exame físico ortopédico, baseado no teste de gaveta cranial e teste de compressão tibial . Pode ser necessário a artroscopia em casos de estabilidade articular. O exame radiográfico demonstra o deslocamento cranial da tíbia, presença de derrame articular, aumento de radiopacidade intra-articular e osteófitos. Resumindo, as radiografias são úteis para determinar o grau de artrose envolvido e descartar outras anormalidades ósseas. A análise do líquido sinovial permite avaliar a presença de infecção e doença imuno-mediada concomitante.

Outras formas de diagnósticos vem sendo estudadas como ultra-sonografia, tomografia computadorizada, ressonância magnética e outras.

Sinais: atrofia muscular dor, derrame ou espessamento medial da cápsula , assimetria dos membros pélvicos, deslocamento cranial da tíbia, rotação interna da tíbia aumentada e crepitação.

Animais mais agitados são mais suscetíveis, assim como aqueles cães que pulam em grades e portões.  Pode acometer raças de todo porte, sendo as mais acometidas: Rottweiller, Bernese Mountain Dog, American Pit Bull Terrier, Retriever do Labrador, Golden Retriever, Beagle, Poodle Toy, Chow Chow e Husky Siberiano.

O animal apresenta sinais de dor, manqueira, alterações na marcha, intolerância ao exercício, diminuição do apetite e falta de apoio no membro.

Tratamento:

É cirúrgico e o pós-operatório envolve repouso e fisioterapia veterinária. A maioria dos animais retorna a atividade física normal.

Fisioterapia Veterinária

Após a cirurgia é comum a presença de dor, edema e logo após uma diminuição da amplitude da articulação. do joelho, existindo uma grande possibilidade de um surgimento de atrofia do quadríceps. A fisioterapia baseia na utilização técnicas como cinesioterapia, eletroterapia, crioterapia e outras técnicas apropriadas para este tipo de lesão.